Apresentar uma breve explanação acerca do tema nutrição, proporcionando assim uma melhor conscientização a todos aqueles que se interessa pela sua própria saúde, de seus filhos, amigos, parentes, de forma clara e descontraída.
Justificativa
Com a construção desse trabalho, visa-se abordar o tema nutrição ocasionando uma expansão do conhecimento, sendo importante à realização do mesmo, por inferir no modo de vida da sociedade.
Introdução
Nutrição é um assunto de grande importância por implicar diretamente na vida das pessoas. O conhecimento sobre a mesma é indispensável, pois esta nos proporciona grande bem-estar. É um tema muito abrangente que envolve a saúde humana e está presente no nosso dia-a-dia. Ao longo deste trabalho, veremos com se dá uma nutrição de qualidade, os tipos de alimentos, sua classificação, os riscos que podem vir a acontecer com o excesso ou carência de alimento, dietas, grupos alimentares entre outros. A vida jamais poderia ser sustentada sem uma alimentação. É dela que retiramos as fontes de energia e os nutrientes necessários à formação do nosso organismo, por isso devemos conhecer de que forma podemos utilizá-la com melhor proveito.
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Nutrição
A nutrição pode ser feita por via oral, ou seja, pela maneira natural do processo de alimentação, ou por um modo especial. No modo especial temos a nutrição enteral e a nutrição parenteral. A primeira ocorre quando o alimento é colocado diretamente em uma área do tubo digestivo através de sondas que podem entrar pela narina ou boca ou por um orifício feito por cirurgia diretamente no abdômen do paciente, juntamente com outro orifício gastro-intestinal usado no processo digestivo. A nutrição parenteral é a que é feita quando o paciente é alimentado com preparados para administração diretamente na veia, não passando pelo tubo digestivo por soros ou via oral.
Todo ser vivo precisa se alimentar para sobreviver e se reproduzir. Mas, na espécie humana, a imensa capacidade de se adaptar a vários tipos de alimento - que faz do Homo sapiens a espécie de hábitos alimentares mais diversificados do planeta - foi fundamental para a sua evolução. Estudos indicam que um dos principais fatores que levaram nossos ancestrais a se distanciar da linhagem de seus parentes primatas foi a capacidade de se adaptar ao cardápio de diversos ambientes. Algumas teorias propõem, ainda, que o excepcional crescimento do nosso cérebro só se tornou possível graças à inclusão na dieta humana de alimentos protéicos e energéticos - particularmente, a carne. O uso do fogo também contribuiu para a evolução da espécie. Cozidos, os alimentos ficam mais fáceis de ser digeridos e, por consequência, a absorção dos nutrientes é maior.
Grupos Alimentares
O corpo humano é a mais perfeita das máquinas produzida pela natureza, porém, para que essa máquina funcione bem, são necessárias substâncias que entrem na sua formação, que regulem seu funcionamento e que dêem energia para o seu perfeito desempenho. Essas substâncias, tão importantes para o nosso corpo, são chamadas nutrientes, cada alimento possui em maior ou menor quantidade esses nutrientes. Devido à diversidade funcional dos alimentos, estes acabaram sendo classificados em grupos que irão construir, regular e dar energia para o organismo. São eles: os construtores, os reguladores e os energéticos.
- Energéticos: são aqueles que fornecem energia para todos os processos metabólicos e para os exercícios, realizados pelo corpo. Pode ser comparados ao combustível de um carro. Na sua falta teremos uma pessoa sem força muscular, lentidão nos movimentos, falta de ânimo e vitalidade. Alguns exemplos de alimentos energéticos são: os carboidratos e as gorduras são os nutrientes responsáveis pela energia do nosso corpo, fornecendo energia necessária para todos os movimentos e atividades diárias.
- Reguladores: os alimentos reguladores, através de seus nutrientes, têm o papel de regular às funções do nosso organismo, agindo de modo a facilitar a digestão e absorção de outros nutrientes, protegendo a pele, a visão e os dentes, aumentando a resistência contra infecções e permitindo um bom funcionamento intestinal. Esse grupo de alimentos fornece vitaminas - que são divididas em grupos e representadas pelas letras A, B1, B2, B5, C, D, E e K, entre outros - sais minerais e fibras. A água faz parte deste grupo, sendo mais essencial à vida que qualquer outro alimento. Mais da metade do nosso peso é constituído pela água, que funciona transportando nutrientes com vitaminas, minerais, proteínas e açúcares; ajuda na digestão; favorece o funcionamento dos intestinos; participa da composição do sangue e melhora o funcionamento dos rins. Uma pessoa pode viver uma semana sem alimento, mas apenas alguns dias sem água. Entre os malefícios causados pela deficiência da água está à desidratação, o intestino preso, os problemas com os rins e com a pressão e circulação do sangue.
- Construtores: são encarregados de fornecer substâncias que irão formar e renovar os tecidos, tendo grande importância para a construção e renovação dos organismos em crescimento. É nos alimentos construtores que encontramos as proteínas, que funcionam ajudando no crescimento físico e no desenvolvimento mental das crianças; renovando os tecidos presentes nas células que formam o corpo humano. A deficiência ou insuficiência das proteínas pode implicar em um atraso no crescimento físico e desenvolvimento mental das crianças; envelhecimento precoce nos adultos; diminuição da resistência física e facilitação para a instalação de diversas doenças. São fontes de proteínas: leite, queijo, iogurte, coalhada, carnes, ovos e leguminosas.
Tipos de Alimento
- Orgânicos: são alimentos que passaram a ser assim denominados para diferenciá-los de outros que também são produzidos naturalmente. No entanto, não são empregados em seu processo produtivo os chamados insumos modernos. Estes produtos são os venenos com química artificial, os adubos com alta solubilidade e as sementes ditas melhoradas e que são normalmente híbridas. Ainda se tolera como orgânico o alimento de sementes híbridas.
- Transgênicos: são organismos que, mediante técnicas de engenharia genética, contém materiais genéticos de outros organismos. A geração de transgênicos visa organismos com características novas ou melhoradas relativamente ao organismo original. São alimentos cujo embrião foi modificado em laboratório, pela inserção de pelo menos um gene de outra espécie. Alguns dos motivos de modificação desses alimentos são para que as plantas possam resistir às pragas (insetos, fungos, vírus, bactérias) e a herbicidas.
- Light: são alimentos que sofreram uma redução de pelo menos 25% da quantidade de um determinado nutriente (proteína, açúcares, gordura) e/ou calorias em relação ao alimento tradicional. Os alimentos considerados “light”, que em português quer dizer “leve”, são os mais indicados para se inserir numa dieta de emagrecimento com redução calórica. Porém, estes podem causar confusão às pessoas mal-informadas, porque alguns adoçantes denominados “light”, por exemplo, podem colocar em risco à saúde de pessoas diabéticas, pois podem conter açúcares em sua composição embora em quantidades reduzidas. É fundamental também prestar atenção na informação nutricional do rótulo do alimento e identificar qual nutriente foi manipulado pelo fabricante com o objetivo de tornar o alimento light, pois a utilização desse termo, por si só, não é suficiente para que o consumidor identifique o produto como tal.
Classificação dos Alimentos
- Lipídeos: são gorduras, óleos, são classificados assim devido às suas semelhanças em solubilidade. Eles são os macronutrientes responsáveis por diversas funções importantes para o organismo. Além de sua função energética, pois liberam maior quantidade de calorias por grama, as gorduras são também excelentes veículos de vitaminas lipossolúveis. Fornecem moléculas fundamentais para organismo, são matérias-primas para síntese de vários hormônios e ácidos graxos essencias, ou seja, incapazes de serem sintetizados pelo organismo, necessitando serem introduzidos pela alimentação; incrementam o paladar dos alimentos e protegem contra variações de temperatura e contra a excessiva perda de água por transpiração. Têm função de fornecer fonte concentrada de energia de longo prazo.
- Carboidratos: também conhecidos como hidratos de carbono, glicídios ou açúcares são considerados alimentos energéticos, ou seja, destinados a gerar calorias quando queimados pelo organismo. É o que ocorre, por exemplo, durante os exercícios físicos. Os carboidratos têm funções estruturais da membrana celular, fornecimento de uma fração significativa de energia, armazenamento energético nos animais, sob a forma de glicogênio e principalmente nos vegetais, sob a forma de amido. Também tem função anticoagulante, lubrificante, estrutural e antigênica, isto é ativa o sistema imunológico, por exemplo, a alergia causada por crustáceos.
- Proteínas: formadas de aminoácidos alinhados de ponta a ponta como vagões de trem, as proteínas podem ser vegetais como hortaliças, leguminosas, féculas, cereais, grãos, levedo, nozes, cogumelos; e animais como carnes, laticínios, ovos, peixes, crustáceos. Para serem absorvidas, elas precisam ser divididas em aminoácidos no intestino delgado, onde são absorvidos pelas células da parede intestinal e levados pelo sangue até as células que os utilizam para fabricar suas próprias proteínas. Com uma alimentação variada, proveniente do reino vegetal, é impossível que faltem aminoácidos essenciais no organismo. Estudos científicos mostram que os alimentos vegetais não provocam os problemas de saúde causados por uma alimentação rica em produtos animais. Libertar-se do mito da necessidade e da superioridade das proteínas de origem animal representa um passo importante em direção à saúde e como ferramenta para a perda de peso. Sem renunciar para sempre à carne e aos produtos animais, podemos fazer a experiência de substituí-los, durante algum tempo, por cereais e outros vegetais. Guiando-se pelo seu bem-estar, cada um vai descobrir a quantidade que pode suportar sem problemas. Sua principal função é produzir e regenerar tecidos do corpo.
- Vitaminas: contribuem para a metabolização da matéria e da energia e são bastante heterogêneas do ponto de vista bioquímico e fisiológico. Algumas são solúveis em água e outras não. As primeiras compreendem as vitaminas C e do complexo B, enquanto as lipossolúveis são as vitaminas A, D, E e K. Sua ausência ou excesso pode causar danos ao organismo. As principais fontes de absorção das vitaminas variam de acordo com o tipo. A obtenção do complexo B pode ser através da ingestão de levedura de cerveja, pólen, arroz integral, gema de ovo, grãos germinados em geral; de vitamina A através de fígado de peixe, cenoura crua, legumes verdes, abóbora, mamão e manga; de vitamina C por meio de legumes e frutas frescas, principalmente laranja, limão, mamão, caju, goiaba, kiwi e acerola; as vitaminas D por peixes em geral, grãos germinados e gema de ovo; vitamina E por grãos germinados, óleo de germe de trigo, abacate e gema de ovo; vitamina K por meio de algas, alfafa, trigo germinado, legumes verdes e gema de ovo entre outros.
Alimentação por Idade
Os princípios da alimentação racional são os mesmos, seja qual for o sexo ou a idade da pessoa à exceção do primeiro ano de vida. Somente situações específicas, como uma gravidez, a fase de lactação, determinados problemas de saúde e atividades profissionais muito exigentes fisicamente é que necessitam uma alimentação ajustada à situação.
Quando há bons hábitos alimentares, as crianças devem ser incluídas na rotina habitual da família a partir do primeiro ano de vida. Caso esses bons hábitos ainda não existam, a chegada da criança deverá ser razão mais que suficiente para acabar com os maus hábitos familiares. Como bons hábitos entendem-se o comer à mesa com todos os elementos da família presentes, num ambiente agradável onde às pessoas são o mais importantes. O cumprimento dos horários das refeições é também um aspecto que não deve ser descuidado.
Em crianças com menos de um ano de vida recomenda-se o leite materno, pois ele contém todas as proteínas, açúcar, gordura, vitaminas e água que o seu bebê necessita para ser saudável. Além disso, contém determinados elementos que o leite em pó não consegue incorporar, tais como anticorpos e glóbulos brancos. É por isso que o leite materno protege o bebê de certas doenças e infecções.
Com 1 ano e meio de idade, a criança já está apta para comer junto com os outros adultos da casa, sempre que os horários permitirem. Ele não vai mais ter um apetite tão constante, e começar a ficar inquieto na hora das refeições. Vai mostrar que é independente e se recusar a comer certos alimentos. O que você pode fazer para evitar que ele se torne uma criança enjoada para comer é oferecer sempre vários tipos de alimentos e incluí-lo nas refeições da família, para que ele veja que os adultos também comem coisas diferentes e experimentam novidades. Lembre-se de que o estômago dele ainda é pequeno, portanto não adianta dar só as três refeições principais do dia. Ofereça também lanchinhos SAUDÁVEIS no intervalo entre café da manhã, almoço e jantar. Podem ser alimentos variados, como:
-Leite materno ou integral, ou fórmulas infantis fortificadas, conforme orientação do pediatra;
-Derivados de leite;
-Cereais matinais fortificados com ferro e mingaus;
-Outros grãos/carboidratos que podem ser pães, bolachas;
-Todas as frutas, amassadas ou em pedaços;
-Hortaliças cozidas, amassadas ou cortadas em pedacinhos;
-Proteína como ovos, carnes;
-Frutas e suco de frutas, também com hortaliças, como laranja com cenoura e beterraba, ou abacaxi com couve.
Em crianças com faixa etária acima de 3 anos até período adulto, em geral deve-se ter uma alimentação balanceada, saudável e variada. Sempre respeitando os horários das refeições. Uma refeição pela manhã, um lanche no intermédio do desjejum e do almoço que pode ser uma fruta, em seguida o almoço, outro lanche no período da tarde, outra refeição mais leve no início da noite e um lanchinho algumas horas antes de dormir.
Múltiplos fatores contribuem para a má nutrição dos idosos: dificuldade para engolir alimentos sólidos, perda de apetite devido a efeitos colaterais de medicamentos, entre outros.
Sendo idoso, procure ingerir de seis a oito copos de água por dia, mesmo que, habitualmente, você esteja acostumado a consumir chás, sucos e outras bebidas não açucaradas. Lembre-se de que a partir dos 60 anos aumenta a propensão da pessoa ficar desidratada. Beba muitos líquidos especialmente quando o tempo estiver quente. Alimente-se a cada três horas, alternando, entre uma refeição e outra, frutas e chás. Realize, por dia, 3 a 5 refeições em horas certas; isto o ajudará a lembrar-se mais facilmente do que comeu e em que quantidade. Não coma demasiado, nem coma coisas que não são necessárias. Não tente fazer as dietas da moda, pois elas nã o se ajustam às necessidades do idoso e faça atividades físicas.
Lembre-se de que não existe o mito em que o idoso “come menos” ou “não tem apetite”. Uma alimentação saudável depende de quão prazerosa se torna esta atividade. Independente de patologias que necessitam de dietas, como hipertensão arterial, diabetes ou colesterol alto, ou dificuldades impostas pela sua idade, procure um profissional de saúde que estará apto a reconhecer tais obstáculos e ajudá-lo a manter a melhor qualidade de vida possível e merecida por você. Isso serve para todos!
Quando há bons hábitos alimentares, as crianças devem ser incluídas na rotina habitual da família a partir do primeiro ano de vida. Caso esses bons hábitos ainda não existam, a chegada da criança deverá ser razão mais que suficiente para acabar com os maus hábitos familiares. Como bons hábitos entendem-se o comer à mesa com todos os elementos da família presentes, num ambiente agradável onde às pessoas são o mais importantes. O cumprimento dos horários das refeições é também um aspecto que não deve ser descuidado.
Com 1 ano e meio de idade, a criança já está apta para comer junto com os outros adultos da casa, sempre que os horários permitirem. Ele não vai mais ter um apetite tão constante, e começar a ficar inquieto na hora das refeições. Vai mostrar que é independente e se recusar a comer certos alimentos. O que você pode fazer para evitar que ele se torne uma criança enjoada para comer é oferecer sempre vários tipos de alimentos e incluí-lo nas refeições da família, para que ele veja que os adultos também comem coisas diferentes e experimentam novidades. Lembre-se de que o estômago dele ainda é pequeno, portanto não adianta dar só as três refeições principais do dia. Ofereça também lanchinhos SAUDÁVEIS no intervalo entre café da manhã, almoço e jantar. Podem ser alimentos variados, como:
-Leite materno ou integral, ou fórmulas infantis fortificadas, conforme orientação do pediatra;
-Derivados de leite;
-Cereais matinais fortificados com ferro e mingaus;
-Outros grãos/carboidratos que podem ser pães, bolachas;
-Todas as frutas, amassadas ou em pedaços;
-Hortaliças cozidas, amassadas ou cortadas em pedacinhos;
-Proteína como ovos, carnes;
-Frutas e suco de frutas, também com hortaliças, como laranja com cenoura e beterraba, ou abacaxi com couve.
Múltiplos fatores contribuem para a má nutrição dos idosos: dificuldade para engolir alimentos sólidos, perda de apetite devido a efeitos colaterais de medicamentos, entre outros.
Lembre-se de que não existe o mito em que o idoso “come menos” ou “não tem apetite”. Uma alimentação saudável depende de quão prazerosa se torna esta atividade. Independente de patologias que necessitam de dietas, como hipertensão arterial, diabetes ou colesterol alto, ou dificuldades impostas pela sua idade, procure um profissional de saúde que estará apto a reconhecer tais obstáculos e ajudá-lo a manter a melhor qualidade de vida possível e merecida por você. Isso serve para todos!
Pirâmide Alimentar e Roda dos Alimentos
Os guias alimentares mais conhecidos são as pirâmides alimentares. A pirâmide alimentar é um guia geral para que você possa escolher uma dieta saudável. A seguir veja a composição de uma pirâmide alimentar.
- Grupo 1: na base da pirâmide, estão os alimentos energéticos ricos em carboidratos, que são responsáveis pelo fornecimento da maior parte das energias de que precisamos.
- Grupo 2: no segundo degrau da pirâmide estão os alimentos reguladores, ricos em vitaminas, sais minerais, fibras e água.
- Grupo 3: as frutas e os sucos de frutas minerais, também são alimentos reguladores, ricos em vitaminas, sais minerais, fibras e água.
- Grupo 4: no terceiro degrau estão os alimentos construtores, ricos em proteínas e cálcio, ferro e zinco. Esse grupo também possui açúcar e gorduras. Proteína cálcio, ferro e zinco.
- Grupo 5: alimentos construtores ricos em proteínas e cálcio, também possuem gorduras e colesterol, além de ferro e zinco.
- Grupo 6: esse grupo encerra o grupo dos alimentos construtores, que são ricos em proteínas e fibras, alem de cálcio, ferro, zinco e vitamina A vantagem desse grupo é que possuem alimentos que oferecem calorias, através do colesterol bom, sem prejudicar a saúde. Além de proteínas específicas, como a Isoflavona que é encontrada na soja e que ajuda a combater varias doenças.
- Grupo 7: no último degrau da pirâmide estão os alimentos energéticos, ricos em calorias e colesterol. São importantes. As gorduras e o colesterol transportam as vitaminas A, D, E, K. Mas devem ser consumidas em pequenas quantidades.
- Grupo 8: são alimentos energéticos que provem muitas calorias e poucos nutrientes. Devem ser consumidos com moderação.
Na pirâmide mais atualizada, foram inseridas no grupo 8, pequenas doses diárias de vinho, pois o teor alcoólico da bebida é menor do que o presente em destilados e ajudam o organismo. O uso deste é responsável pela elevação das lipoproteínas de alta densidade no sangue, o que na linguagem popular significa o "bom colesterol", além de diminuir a agregação das plaquetas, associados aos dois efeitos do produto o resultado será sempre benéfico à proteção do aparelho cardiovascular. Está provado que ao ser consumido MODERADAMENTE, o vinho diminui os riscos de doenças coronarianas (infartos), além de prevenir a ação de tromboses, derrames e acidentes vasculares cerebrais isquêmicos.
Para uma dieta baseada na pirâmide alimentar, recomendada de 2.500 kcal dia teremos:

Existe também a Roda dos Alimentos, que é um instrumento de educação alimentar e foi concebida em 1977. Os alimentos que integram a Roda dos Alimentos estão associados de acordo com as suas afinidades nutricionais, sendo em cada grupo, equivalentes entre si e, portanto, interrsubstituíveis. A sua forma circular confere-lhe a imagem de complementaridade e, a divisão em setores desiguais, significa o diferente peso que cada setor deve ter, para uma alimentação equilibrada e saudável.
- Grupo 1: na base da pirâmide, estão os alimentos energéticos ricos em carboidratos, que são responsáveis pelo fornecimento da maior parte das energias de que precisamos.
- Grupo 2: no segundo degrau da pirâmide estão os alimentos reguladores, ricos em vitaminas, sais minerais, fibras e água.
- Grupo 3: as frutas e os sucos de frutas minerais, também são alimentos reguladores, ricos em vitaminas, sais minerais, fibras e água.
- Grupo 4: no terceiro degrau estão os alimentos construtores, ricos em proteínas e cálcio, ferro e zinco. Esse grupo também possui açúcar e gorduras. Proteína cálcio, ferro e zinco.
- Grupo 5: alimentos construtores ricos em proteínas e cálcio, também possuem gorduras e colesterol, além de ferro e zinco.
- Grupo 6: esse grupo encerra o grupo dos alimentos construtores, que são ricos em proteínas e fibras, alem de cálcio, ferro, zinco e vitamina A vantagem desse grupo é que possuem alimentos que oferecem calorias, através do colesterol bom, sem prejudicar a saúde. Além de proteínas específicas, como a Isoflavona que é encontrada na soja e que ajuda a combater varias doenças.
- Grupo 7: no último degrau da pirâmide estão os alimentos energéticos, ricos em calorias e colesterol. São importantes. As gorduras e o colesterol transportam as vitaminas A, D, E, K. Mas devem ser consumidas em pequenas quantidades.
- Grupo 8: são alimentos energéticos que provem muitas calorias e poucos nutrientes. Devem ser consumidos com moderação.
Para uma dieta baseada na pirâmide alimentar, recomendada de 2.500 kcal dia teremos:
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