- Orgânicos: são alimentos que passaram a ser assim denominados para diferenciá-los de outros que também são produzidos naturalmente. No entanto, não são empregados em seu processo produtivo os chamados insumos modernos. Estes produtos são os venenos com química artificial, os adubos com alta solubilidade e as sementes ditas melhoradas e que são normalmente híbridas. Ainda se tolera como orgânico o alimento de sementes híbridas.
- Transgênicos: são organismos que, mediante técnicas de engenharia genética, contém materiais genéticos de outros organismos. A geração de transgênicos visa organismos com características novas ou melhoradas relativamente ao organismo original. São alimentos cujo embrião foi modificado em laboratório, pela inserção de pelo menos um gene de outra espécie. Alguns dos motivos de modificação desses alimentos são para que as plantas possam resistir às pragas (insetos, fungos, vírus, bactérias) e a herbicidas.
- Light: são alimentos que sofreram uma redução de pelo menos 25% da quantidade de um determinado nutriente (proteína, açúcares, gordura) e/ou calorias em relação ao alimento tradicional. Os alimentos considerados “light”, que em português quer dizer “leve”, são os mais indicados para se inserir numa dieta de emagrecimento com redução calórica. Porém, estes podem causar confusão às pessoas mal-informadas, porque alguns adoçantes denominados “light”, por exemplo, podem colocar em risco à saúde de pessoas diabéticas, pois podem conter açúcares em sua composição embora em quantidades reduzidas. É fundamental também prestar atenção na informação nutricional do rótulo do alimento e identificar qual nutriente foi manipulado pelo fabricante com o objetivo de tornar o alimento light, pois a utilização desse termo, por si só, não é suficiente para que o consumidor identifique o produto como tal.
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